Joguinho desnecessário

Ai que emoção… a inspiração voltou e eu corri pra cá!!! Peço incontáveis desculpas, mas precisei desse tempo offline para voltar com mais amor e assuntos pra dividir de maneira sempre especial por aqui! Fiquem tranquilos que já tenho um monte de textos engatilhados e aos poucos vou trazendo pra vocês.

Minha mãe, a mais sábia das mulheres desse mundo, na minha humilde opinião, sempre me alerta para o perigo de parecer muito disponível aos rapazes. Entre as coisas que ela diz, alguns exemplos são que não devo demonstrar excitação quando um rapaz pergunta se farei algo em determinado dia, não posso seguir o mood do encontro e fazer o que minha cabeça e corpo quiserem, devo sempre deixar o garoto com um gostinho de quero mais, porém acabo de perceber que ela está certa, SE (muito importante esse se aqui) eu tivesse a intenção de conquistar um cara que se preocupa com esses meros detalhes.

Claro, não estou dizendo que aquela mulher desesperada, que topa absolutamente tudo a qualquer hora, manda mensagem o tempo todo sem limites e deixa tudo o que gostaria de fazer para trás só para agradar o crush, está agindo da melhor maneira. Errada também não, porque está fazendo o que considera o certo, mas porquê de fato não está se priorizando, algo muito importante no processo de conquista e conhecimento do parceiro, tirando a falta de equilíbrio.

Esclarecido isso; o que sempre bati o pé com a minha mãe na questão de relacionamentos é se o cara se preocupa com quantos caras uma mulher dormiu, o nível de disponibilidade, o tom do batom ou se ele é contra uma mulher ser independente, com opiniões e livre, ele não é pra mim. Eu jamais daria certo com um cara controlador, sou muito intensa pra me deixar controlar por caprichos, contraria a minha própria natureza e de certo vai anular minhas melhores características.

No meio dessa analise encontrei a resposta, sou assim porque odeio joguinhos. Acredito que quem joga, no fundo não está interessado ou genuinamente envolvido. Todo mundo que já se apaixonou sabe exatamente do que estou falando. Joguinho é exaustivo, funde a mente do que está sendo “manipulado”, traz à tona sentimentos ruins como ciúmes e insegurança, e não existe no mundo um relacionamento saudável onde esses sentimentos são injetados por uma das partes. Quem ai gosta de alguém e quer despertar os sentimentos mais difíceis de serem controlados numa relação, como estes que eu citei? Além de tudo é burrice.

Pra resumir, se você odeia joguinhos, não invista seu tempo e disponibilidade afetiva em alguém que os pratica. Com certeza isso não trará nada positivo, nem a conquista do outro, que é egocêntrico demais pra não levar em consideração o quanto é angustiante esse processo pra quem está entrando verdadeiramente de cabeça na relação.  Minha mãe não estava errada, na sua maior ingenuidade, estava tentando me ajudar a entender como esse tipo de pessoa se relaciona. Minha intenção ao trazer minha própria reflexão aqui foi pra alertar outras almas inocentes e desprovidas de tal frieza. Se você é bem resolvido, ao perceber que está sendo manipulado, que esta no meio de um joguinho, cai fora. Cai real, corta e parte pra outra. Te digo mais, quando você fizer isso, o outro vai correr atrás de você, mais uma prova de que a pessoa não sabe nem valorizar quando você demonstra o seu melhor, porque só te procurou após uma gelada, ou o famoso “quando viu que perdeu”. Na vida a gente precisa se aproximar de quem vibra como a gente, estimula, incentiva, quem tem tempo para arquitetar joguinhos, têm pra coisa pior, lembre-se disso.

 Um misto de preguiça e frustração, essa é a definição para os haters do tão famoso joguinho. Vale lembrar que a gente não está nessa vida pra ficar se irritando na hora da paquera, não é mesmo?! No meio dos vídeos que eu estava assistindo no YouTube, apareceu uma indicação mara de um canal que já falei aqui (nem precisa de indicação porque ela é bafo e já estourou), mas queria apontar esse vídeo que super me ajudou a chegar nesse ponto, sou literalmente a pessoa que Jout Jout descreve no vídeo.

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